A cirurgiã-dentista do Hemocentro Regional de Uberlândia, dra. Liliana Ferreira, abordou o atendimento odontológico aos pacientes com doença falciforme e coagulopatias hereditárias, destacando a necessidade de desmistificar o medo que ainda existe entre os profissionais. “Precisamos garantir o acesso ao serviço odontológico e refletir sobre o que causa a insegurança no atendimento e o que é necessário para tratar esses pacientes com segurança”, provocou.
Com mais de 40 anos de atuação na Hemominas, o médico cirurgião e dentista dr. Paulo Martins compartilhou sua experiência sobre o uso da cola de fibrina. Ele ressaltou que é fundamental desconstruir conceitos equivocados. “O paciente hemofílico não sangra mais, ele sangra por mais tempo. O acompanhamento hematológico no pré e pós-operatório é essencial. Precisamos perder o medo e investir na prevenção”, explica.
A médica pediatra Miriam Wanderley, que atua na Central de Regulação da Regional Centro-Sul, reforçou a necessidade de ampliar a busca ativa e o acompanhamento dos pacientes. Segundo ela, muitos ainda não estão devidamente inseridos na rede de atenção básica, o que compromete o cuidado integral. “Esses pacientes estão, muitas vezes, invisíveis no sistema. Precisamos fortalecer o trabalho em equipe e garantir que a informação chegue até a ponta”, afirmou.
Gestor Responsável: Assessoria de Comunicação Social
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